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MAÇONARIA REGULAR
ASSISTA OS VÍDEOS DA CRIAÇÃO DO SUCRES – Supremo Conselho do Rito Escocês Antigo e Aceito, Sul Americano. 1ª PARTE - Abertura: http://www.youtube.com/watch?v=IAEFvdwW2pwASSISTA AO VÍDEO DA LEITURA DA ATA DE FUNDAÇÃO DO SUCRES – Supremo Conselho do Rito Escocês Antigo e Aceito, Sul Americano. 3ª PARTE - LEITURA DA ATA: http://www.youtube.com/watch?v=lFurEgmEGSQ&mode=related&search= Bem Vindos ao nosso Site (Bien Venidos a el Sitio de la Gran Logia Unida del Sur de América) POTÊNCIA FUNDADORA DA C.'.CO.'.P.'.M.'.A.'. CONFEDERAÇÃO CONTINENTAL DE POTÊNCIAS MAÇÔNICAS AMERICANAS(A.'.M.'.C.'. - The of América's Masonic Confederation) Sede em Nevada-Califórnia - EE.UU.  SEDE MAGISTRAL endereço: PALÁCIO MAÇÔNICO Ir.'. JOSÉ CASTELLANI
Avenida Salgado Filho nº 341 sala 03 Bairro Amambaí - CEP: 79.005-300 Campo Grande - MS - Brasil ATENÇÃO NOVO TELEFONETelefone: 55 67 3325-8109 E-mail: glusa_br@yahoo.com.brATENÇÃO(ATENDIMENTO AO PÚBLICO E A MAÇONS DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA DAS 13 ÀS 19 horas.)  PALAVRA DO GRÃO MESTRE
A GLUSA - Grande Loja Unida Sul Americana, tem sua Sede Magistral localizada em local estratégico, no Centro Oeste do Brasil e em consequência no Centro da América do Sul, na cidade de Campo Grande, Estado de Mato Grosso do Sul - Brasil, fundada por 3 Lojas Regularmente Constituídas à saber: A.·.R.·.L.·.S.·. PHOENIX nº 01, A.·.R.·.L.·.S.·. ATALAIA nº 02 e A.·.R.·.L.·.S.·. JOSÉ CASTELLANI nº 03, e declara que:
A nossa Potência Maçônica, tem por mister levar a todos os Maçons a filosofia da mais pura Maçonaria, sendo portanto rigorosa na seleção de seus obreiros, o que de plano lhe confere um diferencial fundamental com relação aos seus trabalhos profanos e maçônicos.
A G.·.L.·.U.·.S.·.A.·. - Grande Loja Unida Sul Americana esmera-se pela Liberdade, Igualdade, Fraternidade e pela Justiça Social, trabalhando estritamente dentro dos ditames legais que regem a Maçonaria Brasileira, sob a égide da Constituição Federal, dos Landmarks, Old Charges e Lindeiros que regulamentam a Maçonaria Mundial, suas Leis e Regulamentos Maçônicos, praticando e preservando o seu fiel cumprimento e total fidelidade e preservação com relação à Ritualística e aos seus princípios fundamentais que deram início a todas as nossas atividades Maçônicas.
E, para respeitar e praticar a Maçonaria Universal, professamos os Landmarks, as Old Chagers, Antigas Constituições, preceitos e Lindeiros Maçônicos Universais.
A questão de um candidato poder ser admitido na Ordem Maçônica para nós da G.·.L.·.U.·.S.·.A.·., envolve conceitos e condutas mais profundas do Ser Humano e muito mais complexas, que devem ser analisadas previamente e com a devida cautela, para somente depois de passada a primeira fase da seleção o candidato ser submetido às regras tradicionais da Ordem Maçônica.
Não abrimos mão deste procedimento, pois para a nossa Potência a Igualdade prevalece e se mostra presente nos conceitos maçônicos.
Muitos serão chamados, mas poucos serão os escolhidos é o nosso entendimento, uma vez que fundamental é manter a qualidade que está diretamente vinculada a uma série de atributos que devem ser respeitados, praticados e que fazem parte da mais pura Maçonaria Universal: A MORAL E OS BONS COSTUMES.
Portanto rogamos ao Grande Arquiteto do Universo, que ilumine a todos, para dar o discernimento e o conhecimento necessário, sob a ótica jurídica que envolve os direitos e deveres da Maçonaria, para que possamos engrandecer a Maçonaria na América do Sul e Universal através do nosso trabalho moral e intelectual, fazendo assim um mundo melhor.
É assim o procedimento dos Maçons e Lojas da GLUSA, é assim que pensam e agem os Maçons da GLUSA, é pelo desejo de seguir estes ideais que foi fundada a nossa SOBERANA GRANDE LOJA UNIDA SUL AMERICANA - GLUSA.
Fraternalmente;
Ir.'. Weber Varrasquim, 33º Sereníssimo Grão Mestre Fundador
07 de Março de 2005
REGULARIDADE MAÇÔNICA - A VERDADE -
Em um sentido lato, denomina-se Maçonaria Regular, aquela maçonaria que se atem a uma serie de normas e regras amplamente aceitas, como essencialmente maçônicas. O conceito de regularidade que se exerce em Maçonaria tem a mesma importância que teria em qualquer outra instituição que quiser assegurar um funcionamento ordenado de suas estruturas. Não obstante, algumas das principias organizações maçônica discrepam sobre quais deveriam ser os critérios de regularização. Assim como, muitas delas, ainda mantém intactos vários dos princípios fundamentais, apesar de terem modificados tais critérios, alternativamente em um, ou outro sentido, porem o conteúdo principal faz parte de um debate aberto, gerando serias dicotomias no seio da fraternidade maçônica. BREVE RESENHA HISTÓRICA
Existe um acordo geral sobre o fato de que a moderna Maçonaria ou a Francomaçonaria Especulativa nasce em 1717, quando quatro Lojas de Londres se unem para criar uma instituição de maior nível, denominada Grande Loja de Londres, constituindo um tipo de maçonaria nova que, se baseia no modelo organizativo dos antigos maçons operativos (obreiros), consequentemente, já não se dedica a construção de edifícios, se não a elevação de um “Templo Ideal”, baseada nos princípios da sabedoria e da moral.
Rapidamente se iniciou a criação de novas lojas desta modalidade, tanto em Londres como em ouras regiões da Inglaterra e Europa, sob a jurisdição da recém nascida obediência e, que já em 1723, se aprova sua Carta Magna. Este documento, elaborado por Anderson e sendo o único documento oficial que se conserva oficialmente do tempo em que a Francomaçonaria Especulativa se estabeleceu sobre a Francomaçonaria Operativa. Ha um acordo prévio para ser considerado o documento base da maçonaria moderna. A parte essencial destas “Constituições de Anderson” é a que trata dos deveres do um Francomaçom. Estes deveres constituem a verdadeira Carta Constitucional da Francomaçonaria especulativa o moderna francomaçonaria; é a eles que devemos nos referir para interpretar o verdadeiro espírito dos fundadores da Francomaçonaria. Os regulamentos gerais que figuram nestas “Constituições” foram modificadas em pormenores pela Grande Loja Unida da Inglaterra.
Cada Potencia Maçônica passou a adotar as regras que melhor pareciam fortalecer o processo de desenvolvimento, conseqüentemente não podemos levantar nenhuma objeção a este fato, posto que o Artigo “39” dos Regulamentos Gerais de 1723, determina que a “ Grande Assembléia Anual tem poder e autoridade suficiente para introduzir modificações o expedir novos regulamentos em beneficio da Fraternidade, sempre e quando se respeitem os antigos Lindeiros” portanto, os legisladores Maçônicos não puderam jamais se por de acordo tanto em numero quanto a formulação exata destes documentos. Por isso, podemos dizer ser impossível a intervenção de uma autoridade arbitral para assegurar como uma condição de regularidade o ser destes “Lindeiros” sob a ótica de que nenhum destes textos tem se apresentado o se ratificado como um texto exato por qualquer autoridade reconhecida. Os “Deveres” de Anderson de 1723 são o único texto que podem sentir-se vinculados todas potencias maçônicas universal. Este valioso documento foi escrito no inicio do século XVIII com o sentido de que as palavras exerciam em seu contexto; certamente impregnada de concepções espirituais que consideradas no contexto universal nesse momento; no entanto, para aqueles que desejam mergulhar num significado mais profundo, deveria visualizar este conteúdo, com um espírito mais tolerante e continuo expressando aspirações mais nobres e exaltando a Irmandade em passagens belas que jamais poderíamos meditar profundamente neles. AS DUAS CORRENTES DA REGULARIDADE MAÇÔNICA A Maçonaria atual está dividida em duas correntes principais, de um lado uma liderada pelo Grande Oriente da França e a outra Grande Loja Unida da Inglaterra .
Pode-se dizer de uma forma geral, que todos estão de acordo com a legitimidade da origem, pois, é essencial isto, para que a obediência seja considerada regular. Esta legitimidade de origem implica que qualquer nova obediência deva receber o certificado ou transmissão da regularidade de outra obediência regular, considerando-se a antiga Grande Loja de Londres, como a obediência que emana, em principio, tal regularidade.
Todavia, tanto o Grande Oriente da França como o da Grande Loja Unida da Inglaterra, que apesar de ambas terem sua origem nesta frente legitima, discrepam sobre os princípios da regularidade maçônica. A Grande Loja Unida da Inglaterra, a sua vez, estabeleceu em 1929, os seguintes critérios, vigentes na atualidade, que devem cumprir as obediências que desejam estabelecer com ela: 1- A obediência deve haver sido legalmente estabelecida por uma Grande Loja Regular ou por três ou mais lojas funcionando sob os auspícios de uma Grande Loja regular.
2- Haverá de ser realmente independente e possuir governo próprio, com autoridade não discutida sobre os Graus simbólicos da Francomaçonaria ( ou seja, aprendiz, companheiro e mestre) sob sua jurisdição e não estar vinculada de nenhuma outra forma ou vir a compartir soberania com qualquer outro corpo maçônico. 3- Os francomaçons no âmbito de sua jurisdição deverão ser exclusivamente homens e tanto ela como suas lojas não poderão ter contatos maçônicos com lojas que admitam mulheres. 4- Os francomaçons no âmbito de sua jurisdição deverão crer em um Ser Supremo. 5- Todos os francomaçons no âmbito de sua jurisdição deverão assumir seus compromissos sobre o Livro da Lei Sagrada ( A Bíblia) ou a vista dele ou do livro considerado sagrado, que através dele se realiza o compromisso maçônico. 6- As três ·”Grande Luzes” da Francomaçonaria ( ou seja, a Bíblia, o esquadro e o compasso) deverão estar expostos quando estiverem abertas, tanto a Grande Loja quanto suas lojas subordinadas. 7- A discussão sobre religião ou política no âmbito de suas Lojas deve ser proibida. 8- Além do mais, deve-se manter a obediência aos princípios pré-estabelecidos ( dos antigos “Landmarks”) ou “Marcas de referencia”) e dos costumes da Francomasonaria, devendo-se exigir o seu cumprimento no âmbito das suas Lojas. A Grande Loja Unida da Inglaterra, estabelece um critério mais complexo que a sua própria forma de organização. Observa-se “que algumas modalidades de corpos maçônicos não levam em conta este dispositivo legal. Por exemplo, aquelas obediências que não requerem a exigência da crença de um Ser Supremo, o que dão liberdade de participar como tais em matérias políticas. Estes corpos de potencias são consideradas pela Grande Loja da Inglaterra como irregulares no conceito Maçônico e o contato com eles esta proibido”. Os pontos essenciais de discrepâncias se contemplam nos dispositivos 4, 5 e 6 e envolvem o Livro da Lei Sagrada além da obrigatoriedade de professar a crença no Grande Arquiteto do Universo e em seu testamento revelado, ou seja a Bíblia e o Dogma.
A pergunta que deve- se fazer é: - Em virtude de que o dever antigo se exige a presença da Bíblia em Loja? Qual é o Lindeiro que o subscreve? A verdade é que por mais que retrocedemos no tempo, não encontramos qualquer sinal de pratica deste uso. Apesar da existência dos manuscritos que se conservam no museu britânico, que regulam determinados deveres religiosos, de caráter basicamente não confessional, não aparecem no contexto deles, nenhum uso da Bíblia ou de qualquer outro livro sagrado. Além do mais, se sabe que na origem da Grande Loja da Inglaterra não fez qualquer uso da Bíblia em seu altar, e pelo menos até o ano de 1760, apesar de que seja considerada uma das Grandes Luzes da Maçonaria.
Por exemplo, se tem provas de que o Grande Oriente da França foi originado diretamente da primeira Grande Loja da França que foi fundada por maçons ingleses. Temos informação de que pelo menos durante dois séculos a Bíblia nunca foi considerada como uma Grande Luz. Porém não existe qualquer comprovação de que em qualquer momento, seja comprovado de que as primeiras Lojas francesas tenham trabalhado com a presença da Bíblia. Muito pelo contrario, na pratica dos rituais mais antigos que mantém o Grande Oriente da França, se observa que os candidatos a qualquer iniciação recebiam seus juramentos sob os auspícios da Constituição e da Espada.
Todavia, se verifica que no ano de 1849, influenciado pelos Eclesiásticos Galianos, o Grande Oriente da França rompeu com os costumes do passado fazendo a introdução em sua Constituição do principio dogmático da “ Crença em Deus e na imortalidade da alma”. Logo depois, 28 anos mais tarde, em 1877, viu-se este principio eliminado da Constituição, cujo procedimento foi visto como uma negação formal da glorificação do GADU ( Grande Arquiteto do Universo) o qual era considerado falso. Com isto, em realidade o procedimento do Grande Oriente da França, consistia em retornar a suas tradições usualmente firmes, de respeito, tanto para os ritos, quanto para os aspectos de crença, e também para todas as concepções filosóficas existentes. Assim, deve-se mencionar que o Artigo Primeiro da sua Constituição contempla que: A Francomaçonaria instituição essencialmente de caráter filantrópica, filosófica e de ação progressista, tem como objetivo, a busca da verdade, e o estudo da moral e da pratica da solidariedade,; trabalha pelo melhoramento material e moral, e o aperfeiçoamento intelectual e social da Humanidade. Tendo como princípios a tolerância mutua, o respeito ás demais pessoas como a si mesmo, e a liberdade absoluta da razão, da expressão e da consciência.
Considerando-se as concepções metafísicas como o domínio exclusivo da apreciação individual dos seus membros, não se aceita por tanto, qualquer afirmação de caráter dogmático. Alem do mais, tem como lema: - Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
Contudo, os problemas relacionados com a divisão maçônica, não esta situado na questão das urbanizações maçônicas de decidirem livremente, a questão de fundo que se baseia na pretensão em si, neste caso da Grande Loja Inglesa, se fazer uso extensivo do seu modelo usual, como forma de organização, como um modelo padrão, exigível às demais Lojas. Não obstante, o enfoque do Grande Oriente com respeito as relações maçônicas é considerado distinto, visto que não requer nenhuma exigência “a priori” aquelas obediências que outorgam reconhecimento, tomando como base tão somente a sua origem, e a autoridade das suas Grande Assembléias Anuais, reconhecida pelo Artigo “39” das Constituições de 1723, para estabelecer seus próprios regulamentos. Isto quer dizer, que o critério, se baseia por tanto, mais no aspecto da legitimidade de origem e na coincidência de princípios e objetivos, do que na adequação a princípios pré-estabelecidos para outorga de seus reconhecimentos. Com respeito ao primeiro ponto, é necessário ressaltar o fato do Grande Oriente da França ser no contexto, de todas as Obediências maçônicas a instituição atual considerada como a mais antiga na maçonaria.
Efetivamente, o Grande Oriente da França, nasceu técnicamente em 1738, e formalmente legalizada em 1773, (data que se oficializa o seu nome e aprova as modificações tais como: - a eleição democrática do Conselho da Ordem e do seu Presidente.). Considerando que a Grande Loja Unida da Inglaterra (considerada como o foco da regularidade inglesa) nasce em 1813, cujo fato é de suma importância, porque nenhuma Obediência no mundo da Maçonaria tem uma antiguidade comparável com a do Grande Oriente da França. É de se considerar, que as evoluções alcançadas em seu seio, com base na legitimidade, tanto na independência quanto na regularidade, consideradas tão valida como aquelas que mais tarde vieram a dar lugar no seio da Grande Loja Unida da Inglaterra.
A diferença existente entre ambas é que o Grande Oriente da França jamais pretendeu fazer valer o critério de maior antiguidade para impor suas próprias evoluções as demais Obediências regulares, aquelas que exercem respeito a sua soberania.
É de se considerar que o conceito de regularidade, utilizado como “marca de franquia” considera-se totalmente estranho, e de certo modo é considerado uma ação que fere marcadamente num âmbito mais amplo, para uma Obediência como o Grande Oriente da França, que ao longo dos seus três séculos de existência observa os procedimentos dos membros de outras Obediências; isto é visto como um requerimento de certa forma, ignorante, que lhes confere ao considerar o status de nascimento recente destas outras Lojas, constituindo assim, um ponto de observação, e conseqüentemente negando-lhes sua própria regularidade. Isto é considerado negável, considerando-se uma Obediência através da qual emanam a maioria dos Ritos maçônicos, os usos e costumes, lemas e regulamentos que aqueles que o desconhecem, praticam hoje em dia. Tal procedimento é visto com “ a parábola do filho que nega a sua própria mãe.” O Grande Oriente da França, considerada uma Obediência que através dos Artigos I e II de sua Constituição de 1773 respondia as questões de regularidade maçônica, da seguinte forma: - O que é um maçom regular? É um maçom membro de uma Loja regular……..
- O que é uma Loja regular? É uma Loja concebida mediante constituições acordadas ou renovadas pelo Grande Oriente da França, que tem a potestade única de poder fazer isenções. Se compreende que o debate sobre a regularização maçônica, estaria concluída pelo Grande Oriente da França se não fosse a argumentação constantemente utilizada como um dispositivo malévolo destinado a isolar, discriminar e dividir a sociedade maçônica. Concluímos que, na verdade, a Grande Loja Unida da Inglaterra usurpou e usurpa a verdade histórica, insinuando-se a mãe da maçonaria, ao passo que a verdadeira Mãe da Maçonaria Especulativa (atual) é e sempre foi o Grande Oriente de França, que nasceu técnicamente a 65 anos e de fato, 40 anos antes da Grande Loja Unida da Inglaterra. É extremamente importante que os maçons brasileiros estudem, leiam e procurem se informar sobre a História da Ordem Maçônica e da maçonaria de um modo geral, e é preciso que se saiba que a própria maçonaria brasileira tem seu nascimento e reconhecimento no seio do Grande Oriente da França que, no início do século 19 foi quem abrigou os maçons do Brasil dando-lhes legitimidade. Por isso e por muito mais é que os maçons brasileiros PRECISAM CONHECER MAIS, em vez de ficarem se engalfinhando e enaltecendo uma pseuda regularidade vinda da Grande Loja Unida da Inglaterra, em detrimento de seus irmãos que vivem no mesmo solo Pátrio. Revista Maçônica “FÊNIX” (Traduzido pelo Venerável Ir.'. Vicente P.P. de Carvalho, 33º- membro do SUCRES-Bolívia) Maio de 2007 *********************************** Regularidad Masónica - La Verdad En un sentido lato, se denomina Masonería Regular a la que se atiene a una serie de normas y reglas ampliamente aceptadas como esencialmente masónicas. El concepto de regularidad tiene en Masonería la importancia que tendría en cualquier institución que quisiera garantizar un funcionamiento ordenado de sus estructuras. Sin embargo, algunas de las principales organizaciones masónicas discrepan sobre cuales deben ser los criterios de regularidad. Como, además, muchas de ellas, aún manteniendo intactos varios principios fundamentales, han modificado tales criterios en un sentido u otro, el contenido del término está sometido a un debate abierto, generando importantes divisiones en la fraternidad masónica. BREVE RESEÑA HISTÓRICA
Hay un acuerdo general sobre el hecho de que la moderna Masonería, o Francmasonería Especulativa, nace en 1717, cuando cuatro logias de Londres se unen para crear una institución de mayor rango, a la que denominan Gran Logia de Londres, un tipo de masonería nueva que, basada en el modelo organizativo de los antiguos masones operativos, ya no se dedica a la construcción de edificios sino a la elevación de un "Templo Ideal", basado en la sabiduría y la moral. Rápidamente empezaron a crearse nuevas logias de este nuevo tipo, tanto en Londres como en otros lugares de Inglaterra y Europa bajo la jurisdicción de la recién nacida obediencia y, en 1723, se aprueba su carta magna. Este documento, elaborado por Anderson y Desaguliers, es conocido como las Constituciones de Anderson y siendo el único documento oficial que se conserva del tiempo en el que la Francmasonería especulativa se estableció sobre la Francmasonería operativa, hay acuerdo en considerarlo el documento base de la masonería moderna. La parte esencial de estas "Constituciones de Anderson", es la que trata sobre los deberes de un Francmasón. Cada Potencia Masónica ha adoptado las reglas que le parecía que mejor satisfacían su desarrollo y ninguna objeción podemos hacer a esto puesto que el artículo 39 de las regulaciones generales de 1723 determina que "la Gran Asamblea Anual tiene poder y autoridad suficiente para hacer modificaciones o nuevas regulaciones en beneficio de la Fraternidad, siempre y cuando se respeten los antiguos Linderos".
Algunas personas han pretendido completar estos "Deberes" con nuevos "Linderos", pero los escritores Masónicos no han podido nunca ponerse de acuerdo en el número ni en el texto exacto de éstos. Por eso es completamente imposible bajo una autoridad arbitraria invocar como condición de regularidad estos "Linderos" de los que ningún texto se ha presentado ni verificado como exacto por cualquier autoridad reconocida.
Los Deberes de Anderson de 1723 son el único texto al que pueden sentirse vinculados todas las potencias masónicas universalmente. Este valioso documento fue escrito en el comienzo del siglo XVIII con el sentido que las palabras tenían en su contexto; ciertamente se impregnó con las concepciones espirituales que se admitían universalmente en ese momento, pero para aquellos que deseen penetrar su significado más profundo, está animado por un espíritu de tolerancia que nosotros deberíamos imitar siempre; expresa las aspiraciones más nobles y exalta la Hermandad en pasajes tan admirables que nunca podremos meditar suficientemente en ellos.
LA DOS CORRIENTES DE REGULARIDAD MASÓNICA
Puede decirse que todos están de acuerdo en que la legitimidad de origen es esencial para que una obediencia sea considerada regular. Esta legitimidad de origen implica que cualquier nueva obediencia deba recibir el certificado o transmisión de regularidad de otra obediencia regular, considerándose a la antigua Gran Logia de Londres como la obediencia de la que emana en principio tal regularidad.
Ha de ser realmente independiente y tener autogobierno, con autoridad no discutida sobre los grados simbólicos de la Francmasonería (es decir, aprendiz, compañero y maestro) bajo su jurisdicción y no ha de estar sometida de ninguna otra manera ni compartir soberanía con ningún otro cuerpo masónico.
Los francmasones bajo su jurisdicción han de ser hombres y ni ella ni sus logias han de tener contacto masónico con logias que admitan la membresía de mujeres.
Los francmasones bajo su jurisdicción han de creer en un Ser Supremo.
Todos los francmasones bajo su jurisdicción han de asumir sus compromisos sobre el volumen de la ley sagrada (la Biblia) o a la vista de él o del libro considerado sagrado por el que realiza el compromiso.
Las tres "Grandes Luces" de la Francmasonería (es decir, la Biblia, la escuadra y el compás) han de estar expuestas cuando la Gran Logia o sus logias subordinadas estén abiertas.
La discusión sobre religión o política en sus logias ha de estar prohibida.
Debe adherirse a los principios establecidos (los antiguos "landmarks" o "marcas de referencia") y las costumbres de la Francmasonería y debe insistir en que sean observados en sus logias.
La Gran Logia Unida de Inglaterra, establece un criterio que va más allá de su propia forma de organización añadiendo: "Hay algunos autodenominados cuerpos Masónicos que no se atienen a este estandar. Por ejemplo aquellos que no requieren la creencia en un Ser Supremo o quienes permiten a sus miembros participar como tales en materias políticas. Estos cuerpos son considerados por la Gran Logia de Inglaterra como Masónicamente irregulares y el contacto masónico con ellos está prohibido". Los puntos esenciales de discrepancia se contemplan en las condiciones 4, 5 y 6, e involucran al Libro de la Ley Sagrada y la obligatoriedad de profesar la creencia en el Gran Arquitecto del universo y en su testamento revelado; es decir la Biblia y el Dogma.
La pregunta que hay que hacerse es: ¿en virtud de qué deber antiguo se exige la presencia en Logia de la Biblia? ¿Cuál es el Lindero que lo prescribe? La verdad es que por mucho que nos remontemos en el tiempo, no encontramos ningún rastro de este uso.
Si bien los manuscritos que se conservan en el museo británico, prescriben determinados deberes religiosos, de carácter básicamente aconfesional, no aparecen en ellos ningún rastro de la Biblia o cualquier otro libro sagrado. Además, se sabe que en su origen la Gran Logia de Inglaterra no puso ninguna Biblia sobre el altar, y no será hasta 1760 que ésta sea considerada como una de las Grandes Luces de la Masonería.
El Gran Oriente de Francia aduce que desciende directamente de la primera Gran Logia de Francia fundada por los masones británicos. Durante dos siglos nunca ha considerado la Biblia como una Gran Luz, y no hay ningún rastro de que en algún momento el trabajo en las primeras Logias francesas se halla realizado en presencia de la Biblia. Muy al contrario, en los rituales más viejos que conserva el Gran Oriente de Francia, los candidatos siempre han hecho su juramento sobre la Constitución y la Espada.
Sin embargo, en 1849, influenciado por los eclesiásticos Galicanos, el Gran Oriente de Francia rompió con su pasado introduciendo en su Constitución la fórmula dogmática de la "creencia en Dios y en la inmortalidad del alma", Cuando 28 años más tarde, en 1877, borró esta afirmación de la Constitución, algunos vieron en esto una negación formal de la glorificación del GADU, lo cual era inexacto. Con ello, en realidad el Gran Oriente de Francia lo único que hacía era volver a su tradición firme de respeto, no sólo para los ritos y creencias, sino a todas las concepciones filosóficas. El artículo primero de su Constitución contempla desde entonces que: La Francmasonería institución esencialmente filantrópica, filosófica y progresiva, tiene por objeto la búsqueda de la verdad, el estudio de la moral y la práctica de la solidaridad; trabaja por el mejoramiento material y moral, y el perfeccionamiento intelectual y social de la Humanidad. Tiene por principios la tolerancia mutua, el respecto a los otros y a sí mismo, la libertad absoluta de conciencia.
Considerando las concepciones metafísicas como del dominio exclusivo de la apreciación individual de sus miembros, rechaza toda afirmación dogmática. Tiene por divisa: Libertad, Igualdad, Fraternidad.
Con todo, el problema, a efectos de la división masónica, no reside en la forma en las organizaciones masónicas deciden libremente configurarse sino en la pretención, en este caso de la Gran Logia inglesa, de hacer extensivo su propio modelo de organización como un estandar exigible a las otras.
El enfoque del Gran Oriente respecto a las relaciones masónicas es distinto, puesto que no ha considerado necesario establecer ninguna condición "a priori", a aquellas Obediencias a las que otorga su reconocimiento, basándose sólo en su regularidad de origen, y en la autoridad de sus Grandes Asambleas anuales, reconocida por el artículo 39 de las Constituciones de 1723, para establecer sus propias regulaciones. Se basa, por tanto, más en el criterio de la legitimidad de origen y en la coincidencia de principios y objetivos que en la adecuación a un marco preestablecido para otorgar sus reconocimientos.
Respecto al primer punto, hay que recordar que, de hecho, el Gran Oriente de Francia es, de todas las Obediencias masónicas que existen en la actualidad la más antigua. Efectivamente el Gran Oriente de Francia nace técnicamente en 1738 y formalmente en 1773 (fecha en la que además de adoptar ese nombre aprueba modificaciones como la elección democrática del Consejo de la Orden y de su Presidente). Teniendo en cuenta que la Gran Logia Unida de Inglaterra (el foco de la regularidad anglófila) nace en 1813, es un hecho que ninguna otra Obediencia en el mundo tiene una antigüedad comparable a la del Gran Oriente de Francia.
Las evoluciones habidas en su seno, basadas en la legitimidad, en la independencia y la regularidad, son tan válidas como las que más tarde han tenido lugar en el seno de la Gran Logia Unida de Inglaterra. La diferencia entre ambas es que el Gran Oriente de Francia jamás pretendió hacer valer su mayor antigüedad para imponer sus propias evoluciones a las demás Obediencias regulares, a las que respetó su soberanía.
El concepto de regularidad, utilizado como "marca franquiciable" resulta totalmente extraño y hasta hiriente para una Obediencia, como el Gran Oriente de Francia que, desde sus casi tres siglos de existencia observa como los miembros de otras Obediencias, desde la ignorancia que les confiere haber nacido "ayer a mediodía", le discuten y le niegan su propia regularidad. Resulta especialmente rechazable para una Obediencia de la que emanan la mayoría de los ritos masónicos, los usos y costumbres, lemas y reglamentos que aquellos que la desconocen, practican hoy. Es la parábola del hijo que niega a su propia madre.
El Gran Oriente de Francia, una Obediencia que en el artículo I y II de su Constitución de 1773 respondía a la cuestión de la regularidad masónica del siguiente modo:
¿Qué es un masón regular? un masón miembro de una Logia regular...
¿Qué es una Logia regular? una logia provista de constituciones acordadas o renovadas por el Gran Oriente de Francia que es quien únicamente puede librarlas.
Se comprende que el debate de la regularidad, estaría acabado para el Gran Oriente de Francia si no fuera permanentemente utilizado como un argumento insidioso destinado a aislar, discriminar y dividir a los masones.
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